20.1.09

Um caminho que não vou seguir...

As novelas de Glória Perez dividem público e crítica. Foi assim, por exemplo, com O Clone e América: críticos descendo o sarrafo, povão ligado na telinha. Os especialistas dizem que a autora tem uma narrativa que pasteuriza assuntos mais sérios e torna as tramas pouco verossímeis - quem não se lembra da ponte aérea Rio-Marrocos, de O Clone?
E o povo? O povo fica fissurado pelos bordões, pelas temáticas sociais que a autora sempre aborda e pelo exotismo de suas histórias e locações. O povo não tá nem aí para a distância entre o Rio e o Marrocos, assim como não quer saber se o local onde se passa a ação em Caminho das Índias é, de fato, tão pertinho assim do Taj Mahal.
E eu?
Eu não sou fã das novelas de Glória Perez. Prefiro as minisséries que levam a assinatura da autora, como Desejo e Hilda Furacão. Portanto, pra quem andou achando o blog novelesco demais na reta final de A Favorita, os próximos meses prometem menos investidas no tema, ok? Basta ficar ligado nas cenas dos próximos posts...
Mas hoje, pra não ficar por fora, vi alguns trechinhos do segundo capítulo da nova trama das oito. Achei didático demais, e a história simplesmente não me pegou! Sem falar na abertura, algo inclassificável! Eu me lembrei de uma abertura antiga que fizeram pro Fantástico, toda no computador, no melhor estilo Final Fantasy, tão grande que depois precisaram editar!
Na vinheta de Caminho das Índias, tudo é demais! Muitos elementos da cultura indiana, muita cor, muito movimento, muito efeito, muito bonequinho dançando...muito tudo! Pesaram a mão ali. E pesaram feio!!!
E por aí? Alguém tem uma opinião diferente?
Comentaê!
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