23.3.10

Quando o que devia ser regra vira exceção...

Parte do meu dia de ontem foi dedicado à solução de problemas com operadoras de telefonia. Até aí, dirão vocês, morreu Neves. Ou Inês é morta. Ou qualquer outro dito popular de tom funéreo. Mas o fato é que a coincidência de descascar dos abacaxias telefônicos me fez pensar bastante na qualidade dos serviços prestados pelas duas companhias: a Oi e a Vivo.
Nem preciso dizer que usar a palavra qualidade numa mesma frase que a expressão "atendimento das empresas de telefonia" parece um tanto quando descabido. E é. Mas daí veio a minha surpresa...
Depois de três dias com telefone mudo em casa - e sem banda larga - Fernando, o técnico da Oi, chegou quando eu me preparava para sair de casa. Educado, gente boa, bem humorado e dedicado a solucionar o defeito, o funcionário da problemática empresa de telefonia fixa é tudo aquilo que a companhia devia ser e não é. Inclusive no que diz respeito à eficiência. Solucionou o defeito e saiu daqui de casa me desejando bom dia. Impossível alguém deixar melhor impressão...
Já no fim do dia, lá fui eu para a loja da Vivo. A missão era resgatar pontos e trocar meu celular. E eis que entra em cena Patrícia. Bonita, inteligente, espevitada, ágil, simpática e, vá lá...sedutora! A garota fez minha tarde parecer mais leve e menos estressante - mesmo estando dentro de uma loja abarrotada de gente alterada e falando alto. Empenhada em me ver satisfeito, Patrícia bateu um bolão. E, cheia de charme, ainda me pediu pra voltar na loja qualquer hora dessas...rs!
Enfim...Patrícia e Fernando são grandes exemplos para as empresas nas quais trabalham. Precisam ser multiplicados algumas milhares de vezes para que os índices de satisfação dos clientes dessas companhias, um dia, figurem como aceitáveis. Se servir de consolo, esses dois demonstram que, havendo vontade, pode haver uma luz no fim do túnel.
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