2.9.07

De volta ao Second Life...

Antes e depois: avatar do blogueiro chegou em versão bronzeada ao Second Life. Depois, embranqueceu a la Michael Jackson, teve a "síndrome da dança compulsória" e se deparou com muito funk na Ilha Brasil...

Há cerca de 10 meses, falei aqui sobre o Second Life. Na época, já se tratava de um fenômeno virtual. Agora a coisa está bombando ainda mais, com empresas vendendo produtos e serviços por lá e pessoas ganhando dinheiro. E há também uma explicação para a o boom do SL entre os brazucas: o lançamento da Ilha Brasil, um (cyber) espaço pensado pra que nós possamos nos sentir em casa por lá.
Pois bem. Fui pautado pra fazer uma série de reportages sobre tecnologias novas e resolvi me meter de novo no tal do Second Life. Desta vez, já cheguei lá vestido, o que foi um alívio pra mim...
Pausa para explicação: da outra vez, apareci peladão por lá e um americano me disse que não poderia ficar assim. Me passou uma espécie de código - se não me falha a memória - e eu aceitei. Depois, um colombiano chegou perto de mim e quis saber o motivo de estar usando roupas femininas. Sim, caros, o americano tinha me passado um baita trote!
Bom, cheguei vestido e morenaço. Num hall onde, de cara, já se pode mudar a aparência. Resolvi dar uma de Michael Jackson e clarear a pele porque, afinal, estou longe de ser o moreno que tinha aparecido na tela.
Depois de dar uma guaribada nas roupas também, notei a primeira coisa curiosa de lá: no tal hall onde as pessoas customizam seus avatares, não havia um bonequinho gordo sequer. Ou melhor: alguns até parecima meio rechonchudinhos, mas é de tantos músculos que os donos resolvem inflar em suas versões cibernéticas.


Em seguida, saí direto do hall dos milagre para uma pista de dança...vazia. Cliquei numa bola e...tcha-ran: comecei a dançar alucinadamente - como você pode constatar no vídeo aí de cima! Nem precisava encostar no teclado: o avatar se chacoalhava sozinho, no piloto automático (é isso mesmo: a coreografia ridícula do rapazinho não é de minha responsabilidade!). Quis ir em frente, pra explorar a tal ilha e, confesso, foi complicado caminhar com o bonecote fazendo passinhos de hip-hop e street-dance.
Sanada a incontinência-dançante do avatar, fui pra tal Ilha Brasil. E me surpreendi: sabe o que estava tocando? Funk! Sim, leitor amigo, há a opção para permitir que você ouça música. E eu, incauto, tinha permitido! Além do som (com funks atuais, os mesmos das boates da "vida real"), fiquei impressionado com a quantidade de bonequinhos na ilha. É até complicado caminhar por lá. E, de cara, anúncios, muitos anúncios: portais da internet e até um grande jornal têm suas marcas expostas por lá.
Pelo visto o negócio, no sentido mais mercadológico da palavra, já pegou aqui no Brasil.
Em breve Muka Nicholls, o correspondente do B@belturbo no Second Life, mandará mais notícias. Como diria o Silvio Santos: "Aguardem!"
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