4.8.08

Desbocada crônica sobre as pessoas especiais...

Recentemente, uma grande amiga me contou uma história triste. Disse que tinha conhecido um rapaz algum tempo atrás, ficado bastante envolvida e que eles ficaram. Depois, ela soube que ela era comprometido. Já era tarde e, apaixonada, ela continuou ficando com o sujeito...
O rolo se estendeu por uns dois anos. A relação dele com a matriz era daquelas cheias de suspense, sempre a dois passos do...inferno. Até que, depois de se descobrir com a testa enfeitada, o rapaz resolveu terminar o namoro.
Com minha amiga, a história já tinha esfriado. Mas, lá no fundo, ela passou a nutrir uma esperança de que aquele pudesse ser o momento para que eles tentassem construir uma relação mais estável, mais saudável, mais tranqüila. Mas ele estava mal da cabeça, triste com o fim do longo namoro.
Ela sempre entendeu. Sempre amiga, sempre ao lado, sempre se mostrando companheira incondicional.
Até que num belo dia, numa dessas baladas, o sujeito resolveu sair da fase down. Com outra. Na frente da minha amiga que, incrédula, experimentou uma das piores noites de sua vida...
Depois do episódio fatídico, ele se desculpou. Disse que minha amiga é um alguém muito especial, que não queria magoá-la, que coisas estavam mal explicadas entre eles.
Ouvi a história de minha chorosa amiga e uma frase ficou rondando a minha cabeça: "você é alguém muito especial..."
Foi quando surgiu, de algum lugar do meu inconsciente, uma espécie de filme com todas as cenas em que disse ou ouvi essa sinistra expressão. E cheguei a uma conclusão irrefutável: as pessoas especiais só se fodem!
Como diria Sinhozinho Malta: "tô certo ou tô errado?" Digam aí nos comentários se estou cético demais...
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