16.8.08

O adeus de um gênio...

Caymmi apresentou ao mundo o que é que a baiana tem. Massagiou nossas almas com seu acalanto. Cantou o mar, o bem do mar e as dores e delícias de ser pescador.
Amou como só louco. Em forma de música da melhor qualidade, eterna, mandou recado pra Maricotinha, saudou a Mãe Menininha e exaltou o requebrado das cadeiras da vizinha do lado...
Disse que ia para uma tal Maracangalha, mas colocou no imaginário coletivo uma vontade louca de passar uma tarde em Itapoã...
Morreu no Rio, mas sempre poeta, disse que era doce morrer no mar...
Que vá em paz!
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