16.11.07

Apagão sentimental...

Água gelada caindo do céu lá fora, vento soprando no rosto. Gente estranha circulando por todo o shopping, miscelânea de perfumes no ar. Percebeu-se fora dali, olhando para um ponto qualquer dentro de sua própria mente, de seu próprio coração.
Agora era sim: não importa onde fosse, nunca estava lá...
Nessas fugas, pensava em tanta coisa que nem dava conta de lembrar depois. Coisas boas, más. Profusão de sorrisos, lágrimas, incertezas e esperanças tomando de assalto sua cabeça e fazendo-a girar cada vez mais rápido.
Até voltar ao ponto de partida. Até piscar os olhos. Até conferir quanto, afinal, custava a barra de chocolate...
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