31.10.08

Vovó-delícia na Playboy...

Eu tinha uns 10 anos quando Cláudia Ohana surgiu na tela da TV, usando lentes de contato amarelas, dentes pontiagudos e um figurino basicamente preto, encarnando a vampira Natasha, da novela Vamp, de Antônio Calmon. Longe de botar medo em criancinha, a atriz resultou completamente sexy no papel da cantora-monstro que se apaixona por um humano.
Resultado: gamei na Cláudia Ohana! Ou, como diria aquele personagem de novela, garrei um amor platônico pela atriz.
À época, eu nem poderia imaginar que a minha musa já tinha aparecido (em muitos) pêlo(s) e mostrado sua Natasha nas páginas da Playboy...
Anos mais tarde, acho que em 1995, a beleza da morena de olhos amendoados e voz grave voltou a me chamar a atenção. Nada de vampira: agora, ela era uma cachorrona daquelas, traindo o próprio marido com o namorado da tia, na mesa da cozinha, em A próxima vítima, de Silvio de Abreu. Novamente linda - e arrebentando no papel - só fez reforçar a minha admiração e a certeza de que aquele era um dos rostos mais bonitos da televisão, cheio de uma brasilidade tão doce e áspera! Cláudia Ohana novamente me seduziu mesmo quando, lá pro fim da novela, exibia uma imensa cicatriz no rosto - resultado da facada que o marido lhe tinha aplicado quando o adultério foi descoberto.
Estava no auge da minha adolescência e a Playboy, para minha infelicidade, não estampou minha musa em suas páginas...
Agora, cá estou eu, aos 28. Cláudia Ohana tem 45. E surge, mais linda do que nunca, nas páginas da revista. O lançamento é cercado de uma polêmica boboca - e marqueteira - sobre a adoção ou não de um novo penteado íntimo pela estrela. Bobagem! Coisa de pentelho - com a licença do duplo sentido!
O que deve ser exaltada é a beleza dessa avó - sim, meus caros: ela é avó - cheia de sensualidade, de malemolência; e com o mesmo ar sapeca e sexy que me encantou lá nos tempos de meninice! O mesmo charme que tantas vezes me fez sonhar em cair na lábia daquela vampira gostosona só pra dormir agarradinho com ela num caixão bem apertado...
E viva a minha musa!
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