14.10.09

Jumping to the future?

Contei aqui dia desses que voltei a malhar. Tem sido gostoso, tem ajudado a relaxar depois dos intensos dias que tenho vivido no trabalho...
Pois bem, minha cálega Bárbara Pereira está malhando comigo. E hoje resolvemos meter o pé na cama elástica e fazer uma aula de power jump. Aliás, não sei se o nome é power jump ou só jump. Mas o que importa é que, pra mim, devia ser punk jump!!! Sim, caros, foi muuuuito punk!
Antes, quando via o povo quicando em cima daquelas caminhas elásticas, dançando de um jeito meio engraçado, achava que aquelas aulas eram pra gente café-com-leite, que não consegue correr na esteira ou fazer as radicalíssimas aulas de spinning.
Achava...
Entramos no salão, cálega e eu, pegamos nossas camas elásticas e lá fomos nós. Sem exagero: no terceiro pulo eu já vi que o buraco era beeem mais embaixo! E senti todo o power de uma aula de jump. Pulava, arfava, suava que nem um cavalo e implorava aos deuses para que o ar chegasse rapidinho aos meus pulmões desprovidos de fôlego. Fôlego que, diga-se de passagem, eu perdia não só por conta do rigor do exercício, mas, também - e principalmente - pelas crises de riso motivadas pelos desencontros com as coreografias propostas pelo professor.
E por falar no professor, o cara é fera! Gente boa, atencioso e empenhado em motivar os novatos. Só não entendi porque, durante a aula, ele me dizia para ir mais devagar. Afinal, meus pulmões e meus batimentos cardíacos não me davam mesmo nenhuma outra opção!!!
Depois dos primeiros trinta minutos, já gostando daquela farra, comecei a sentir a musculatura bem contraída. Sobretudo no abdôme - sim, quem tem barriga aqui? Hein? Hein? - e, claro, nas pernas. Foi quando o professor, que eu já queria matar à essa altura, deu o comando para uma sessão de abdominais. E eu, então, comecei a sentir saudades dos pulos descontrolados sobre a cama elástica...
Foi uma experiência, digamos, lúdica. Que devo repetir outras vezes, na esperança de me sair melhor - e menos cansado - nas próximas vezes...
A grande ironia do destino está no fato de apresentarmos, Bárbara e eu, um programa chamado Salto para o Futuro. Em inglês, algo como Jump to the future. E foi lá, na redação, que uma amiga disse, tentando nos incentivar a ir para a academia:
- Vão malhar! Afinal, meu emprego também depende da boa aparência de vocês!

O que a gente não faz pra manter o emprego dos amigos, né?
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