12.8.10

O amor impossível de Robinho e Norminha...

Quem acompanha o blog há mais tempo sabe que tenho um poodle chamado Robinho. Isso mesmo: em homenagem ao craque do futebol. Robinho ganhou esse nome quando veio aqui pra casa, pouco antes da Copa de 2006, quando achei que o jogador revelado pelo Santos seria o nome do mundial da Alemanha. Errei minha previsão, mas ganhei um cachorro pra lá de especial...
Robinho é um come e dorme. Tranquilo, tem uma certa bronca de crianças pequenas. E gosta de caminhadas - apesar de se cansar logo que elas começam.
A vida amorosa do meu cachorro é um fiasco. Namorou Kiki - a fêmea - quando tinha apenas seis meses! Ela, já uma senhora, tinha seis anos. Serviu-se do novato o quanto quis e, passado o fervor da repentina paixão, passou a tratar-lhe com total desprezo e indiferença. Desde então, a relação dos dois é tensa. Num dos dias mais complicados nesse convívio, quando Kiki não queria dividir o espaço na janela com o ex-affair, Robinho protestou silenciosamente: levantou a pata e deu uma farta mijada na cara daquela a quem outrora dera tanto amor. Foi o marco do fim de um caso conturbado e fugaz.
Desde então, e lá se vão quatro anos, Robinho nunca mais experimentou o amor. E foi esse marasmo sentimental que me fez ficar surpreso quando soube, esta semana, que meu cachorro estava de olho em uma nova companhia. E mais surpreso ainda eu fiquei ao descobrir a identidade do novo amor do cão: Norminha.
Você deve estar se perguntando o porquê da minha surpresa. Explico: Norminha é uma gata! Não no sentido de ser bela e, sim, no sentido de ser felina!
E, pasme, esse foi apenas o motivo da surpresa inicial. Porque, logo depois, descobrimos que Norminha, na verdade, é macho!!! O nome feminino foi escolhido pela proprietária do gato que, obviamente, papou mosca na hora de averiguar o que o bichinho tinha entre as pernas.
Sim, prezado leitor, presumo que meu cachorro terá pela frente uma seríssima desilusão amorosa...

PS.: Tentarei publicar uma foto do improvável casal em breve...
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