26.8.10

Meu Ipod (não) diz muito de mim (?)...

Meu Ipod é um terreno eclético. Convivem harmoniosamente estilos, timbres, ritmos, épocas e idiomas tão diversos que, de certa forma, só fazem sentido pra mim. Pensei nisso dia desses, quando o aparelho entrou no modo randômico e saiu de Drão, de Gilberto Gil, para Because you Loved me, de Céline Dion, passando por Topo do mundo, de Daniela Mercury , Detalhes, de Roberto Carlos e Spending my time, do Roxette.
Uma salada! Grega! Tem Lady Gaga, mas tem Moska. Tem Titãs e Isabella Taviani. Zizi Possi e Jota Quest. Madonna e Leila Pinheiro. Skank e Elis Regina...
Tenho várias playlists. Baladas, só com músicas românticas. Night, para os momentos de ânimo lá em cima. MPB, com um nome autoexplicativo. King of Pop traz uma coleção de músicas de Michael Jackson. Bublé agrupa as canções interpretadas pelo canadense. Duas Marias têm listas exclusivas com seus repertórios: a Bethânia e a Rita. Tenho listas para Pop Nacional e para o Pop Internacional.
E uma lista chamada Ivete Sangalo.
Ivete não sabe, mas devo a ela muitas das calorias consumidas na malhação. Ao contrário do que acham os responsáveis pelo som nesses ambientes, eu acho que house, funk, techno e congêneres não têm absolutamente nada a ver com atividade física - especificamente com musculação. E é a baiana que escuto na hora de puxar ferro...
Enfim, falei tudo isso pra dizer que, se os Ipods se transformarem em fontes de pesquisa para as gerações futuras, eu imagino que, simplesmente, seria impossível decifrar o tipo de música que mais me agrada...
E você? Será que vai ser mais facilmente compreendido pelas gerações futuras do que eu?
Comentaê!!!
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