26.5.10

Que mané, Dunga!

Garrincha fez história no futebol e ganhou um apelido que apenas com ele revelou uma conotação positiva: Mané. Com as pernas tortas, driblando tudo e todos, Garrincha conquistou admiradores do futebol e encantou uma nação ávida por alegrias. É, até hoje, o Mané mais querido do país!
Hoje, o Brasil ávido por alegrias. Com a proximidade da Copa da África do Sul, não são poucos os que já depositam esperanças na seleção brasileira e planejam extravasar frustrações com o tão sonhado hexacampeonato. Mas um outro mané resolveu se colocar entre a pátria de chuteiras e a seleção. Um mané que, até o momento, nesse início de preparação para o Mundial, está se revelando um exemplar da pior espécie! Sim, meus caros, Dunga é o mané! E com todos os sentidos pejorativos que o termo pode ter!
Ao impedir que o povo acompanhasse os primeiros treinamentos da seleção em Curitiba, Dunga deu a maior prova de que está, mesmo, de costas para o Brasil. De costas pra nós, torcedores brasileiros! Não quer saber de alegria, não quer reunir o povo em torno do grupo que montou - e montou sem se importar com a chiadeira da torcida. Confundiu um trabalho sério com uma sisudez que nunca, em tempo algum, combinou com o futebol alegre que todos - jogadores e torcedores - gostam de apreciar. 
Se ganhar a Copa, vai se sentir a bala que matou Kennedy. Será festejado. Mas, se seguir se comportando como tem feito até aqui, entrará para a história por ter ganho o hexa mas, também, como o treinador mais antipático e mané da história da Seleção Canarinho.
E mané, senhores, no sentido de otário...
Francamente!
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