
Olhou para além da proa e viu aquelas ondinhas pequenas, razão do sacolejar de sua embarcação. De onde vinha a força para aqueles movimentos incessantes? Que força era aquela, insistente, incansável, invejável? Força que lhe faltava: nas velas, no motor...e, também, dentro de si mesmo...
Mas a força - e os (bons) ventos - viriam, era questão de tempo. Só esperava que fosse antes de resolver pular no mar azul e rumar em outra direção. Não há calmaria que dure eternamente. Mas também não se imaginava esperando muito mais por um vento que não dava o menor sinal de estar disposto a soprar...
Nenhum comentário:
Postar um comentário