16.1.12
Da série: "a pergunta que não quer calar..." 104
Marília Gabriela, por que óculos tão grandes? E tão...roxos???
Cartas para a redação.
15.1.12
Pra minha cálega...
13.1.12
Amor em tempos de Twitter...
E, claro, se fosse amigo do Pe Lanza, saberia, enfim, se isso é nome, sobrenome ou apelido...
12.1.12
Sobre Dercy de Verdade...
| As Dercys de mentirinha: Fafy Siqueira e Heloísa Perissé... |
Venho de uma família na qual os palavrões são vistos com naturalidade. São parte do discurso oral, permeiam causos, piadas, conversas leves, desabafos. Não são ofensivos, porque, quando usados - e são muito! - jamais surgem com a proposta de melindrar alguém.
A anunciada utilização dos palavrões nos diálogos foi mesmo um acerto. Alguém seria capaz de imaginar uma Dercy pudica? Além disso, pesa a favor do roteiro o fato de, ao menos até o momento, esses palavrões não terem surgido gratuitamente na tela. São usados com perspicácia, pontuando falas naturalmente, como bem sabe quem tem o hábito de utilizá-los na vida real.
O ponto negativo, a meu ver, é a opção por um formato tão micro. Mostrar 101 anos de vida em quatro capítulos está longe de ser tarefa das mais simples e, mesmo com todo o talento e a competência da dupla Maria Adelaide Amaral e Jorge Fernando - autora e diretor da série - os capítulos têm apresentado um ritmo acelerado demais, e episódios interessantes da vida da estrela passam na tela sem maiores explicações - o que ficou ainda mais evidente no segundo capítulo, exibido ontem. Deixa gosto de quero mais, o que talvez seja interessante, uma vez que o resultado das gravações será transformado em um filme previsto para estrear em 2013.
Apesar do ritmo frenético, considero Dercy de Verdade uma das boas surpresas desse início de ano televisivo. Uma homenagem justa e merecida, a começar pela excelente abertura da série, na qual Dercy aparece como o primeiro nome do elenco. Um reconhecimento para a estrela que, nos últimos anos de sua longa trajetória, acabou por ficar rotulada como a velhinha sem-vergonha e desbocada que aparecia na TV dizendo cobras e lagartos. Dercy foi muito mais que isso. E, felizmente, ainda que de maneira tão veloz, o público está podendo descobrir.
11.1.12
Tirando a poeira...
31.12.11
60 momentos de 2011 que não quero esquecer...
28.12.11
Pro meu amigo cereja...
19.12.11
Uma retrospectiva íntima e pessoal...
7.11.11
Gelson Domingos...
Tivemos uma única reunião. O objetivo era planejar uma das viagens que a equipe do Salto fez nesse ano. Gelson foi o cinegrafista escalado e, como não trabalhava conosco habitualmente, quis saber mais sobre a nossa linguagem.
Foram alguns minutos de conversa, na qual Gelson falou de sua experiência, ouviu nossas orientações e, empolgado, falou de sua paixão pela cobertura policial.
Partiu pra viagem e fez um belo trabalho. Como era de costume em sua carreira bem sucedida. Carreira abreviada pela bala de fuzil que lhe perfurou o colete e roubou-lhe a vida na manhã de ontem.
Fiquei muito triste com a notícia. Pelo companheiro que se foi e pela crônica de tantas mortes anunciadas nessa cotidiana tragédia carioca. Pelas falhas que repetidas à exaustão, só oferecem oportunidades de reflexão em momentos como esse. Pelo colete que não suporta balas das armas mais usadas pelos traficantes do Rio. À prova de quê? À prova de quem? À prova do bom senso que falta às emissoras que, sedentas por audiência, insistem em arriscar seus recursos humanos nesse tipo de cobertura? Por que vamos, tão vulneráveis, atrás de uma polícia igualmente vulnerável em incursões como a de ontem, em Antares? Pra quem?
Precisamos desse jornalismo? Precisamos correr esse risco?
Não sei, de verdade...
2.11.11
Pro meu pequeno GRANDE amigo...
30.10.11
Sobre o câncer de Lula e as redes sociais...
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| Ex-presidente descobre câncer na laringe e notícia mobiliza internautas de todo o Brasil... |
29.9.11
Pro meu amigo SUCESSO!
29.8.11
Sobre cultivar boas lembranças...
28.8.11
Da série: "a pergunta que não quer calar..." 103
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| Angélica, Gisele e a bolsa: sutileza zero!!! |
10.8.11
Resenha: Os Smurfs
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| Dos anos 80 para o cinema 3D: Os Smurfs conquistam o público do século XXI com um filme leve, delicado e divertido |
5.8.11
Yes, I ♥ NY
29.6.11
Cupido está de greve!
27.6.11
Um bonde pra nós?
17.6.11
Dicas para quem quer sair da fossa...
2. Fuja das músicas que começam com solo de piano.
3. Fuja de Adele. Essa cantora fofinha só apareceu na Terra pra angustiar ainda mais os corações despedaçados.
4. Ocupe sua mente. O trabalho pode ser de grande valia para afastar pensamentos depressivos e preencher o vazio deixado pelo fim de uma relação.
5. Cerque-se de amigos verdadeiros. Atenção: o adjetivo "verdadeiros" não apareceu aqui gratuitamente. Verdadeiros são os amigos que vão enxugar suas lágrimas mas que, também, vão lhe dizer as verdades fundamentais para que você levante, sacuda a poeira e dê a volta por cima.
6. Vá para a vida. Ficar em casa não vai fazer seus problemas sumirem.
7. Repense a rotina. Evite fazer os mesmos programas, ir aos mesmos lugares e manter as mesmas atividades que eram parte de seu dia-a-dia no período em que a relação estava bem. As lembranças podem ser dolorosas. E desnecessárias.
8. Fotos do casal? Esqueça-as. Nada de radicalismo: rasgar, deletar...é dispensável. Essas imagens são parte da sua vida e de sua história. Mas não fará mal algum deixar tudo longe de seus olhos por um tempo.
9. Faça coisas diferentes, conheça gente nova, visite novos lugares. Aproveitar um momento de mudança para começar a descobrir novas possibilidades para sua existência pode ser bem positivo.
10. Avalie sua presença nas redes sociais. Ou melhor: avalie as relações que você quer manter nas redes sociais. Fingir-se de forte para preservar o que não pode ser mais preservado pode lhe trazer ainda mais dor. Se for preciso, delete da sua vida virtual quem te deletou da vida real. É a garantia de não se ver surpreendido por fotos, declarações de amor e notícias que não são endereçadas à você e que só vão te deixar mais triste.
11. Se tudo isso não for suficiente para estancar esse momento de dor, relaxe. Tudo tem seu tempo e, com certeza, a tristeza também tem o dela. A parte que te cabe nesse latifúndio é tentar tirar lições dessa dor para, quando tudo acabar, você se sentir mais forte e preparado para cair na vida sem medo de ser feliz.



