E então, reinvento minha rotina, repenso meus gestos, desfaço hábitos e procuro um novo norte. Distante, seguirei sentindo o peso da tua falta, o silêncio de tua ausência...! Serei prisioneiro numa cela aberta, tomada pelo vazio que ficará por aqui quando não mais puder te ver nem te ouvir...
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